E m b o r a   m u i t a s   g a l  s   t i v e s s e m   a r  e t e s   e s t a c i o n  r i o s   n a   p r o a ,   o s   g r e g o s   t a m b  m   d e s e n v o l v e r a m   u m a   a r m a   m  v e l   c h a m a d a   d e   g o l f i n h o .   E s s e   p e s o   d e   c h u m b o   o u   b r o n z e   e r a   b a l a n  a d o   d e   u m a   r e t r a n c a   n o   m a s t r o   d o   n a v i o   e   e r a   u s a d o   c o m o   u m   m a n g u a l   p a r a   a b r i r   b u r a c o s   e m   c a s c o s   i n i m i g o s .   M a i s   t a r d e ,   o s   r o m a n o s   a p e r f e i  o a r i a m   e s s e   p r o j e t o ,   d e s e n v o l v e n d o   o   c o r v u s ,   u m a   a r m a   e s p i g a d a   q u e   s e r v i a   t a m b  m   c o m o   p r a n c h a . 
 
 